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Onde a cultura e a história da capital do país tocam no mesmo tom

Dicas do Allia Gran Hotel Brasilia.

Clube do Choro em Brasília

Foto: TV Brasil

Hoje o nosso convite é musical, no delicioso compasso que só o Choro pode presentear seus ouvintes, isso porque Brasília tem um dos Clubes de Choro mais tradicionais de todo país, com uma vasta programação. Perfeito para animar suas noites na cidade! Queremos que você conheça a Capital do País com Allia Gran Hotel Brasília.

O choro chega antes que a Capital

A história do Choro de Brasília se entrelaça com a construção da nova capital, pois, em 10 de novembro de 1956, o primeiro prédio oficial da cidade é inaugurado por JK: o Catetinho, local que abrigou a residência provisória do chefe de governo até 1960.

Entre as pessoas que estavam na comitiva de inauguração, estava o violonista Dilermando Reis, chorão, seresteiro e autor de Exaltação a Brasília, canção composta em homenagem à cidade que nascia do zero, no coração do país.

A presença de Dilermando é a prova do amor de JK pela música popular brasileira e o valor e destaque que ele dava a mesma. Antes mesmo do sonho de Brasília virar realidade, as melodias do choro e da seresta já entoavam pelo planalto central.

Reforço carioca

Outro grande responsável pela cultura do choro na capital é Jacob do Bandolim. O vínculo da história desse artista com Brasília chega a parecer trama de novela, mas é verdade!

Conforme conta, Jacob estava há meses em sua cama com muitas dores na coluna e recebeu a visita de dois chorões que tinham ido até o Rio de Janeiro contemplar o seu trabalho. Ao se informarem da situação do ídolo, se apresentaram como médicos (um deles de fato era) e iniciaram uma terapia neural no artista.

Apenas um dia depois, Jacob se sente melhor e sai da cama,  voltando para seu bandolim e decidindo continuar a recuperação através do tratamento na capital do país.

Raízes fortes

Em 9 de setembro de 1977, o Clube do Choro de Brasília é fundado, o citarista Avena de Castro, grande amigo de Jacob do Bandolim, é eleito por aclamação o primeiro presidente. Fazem ainda parte do grupo Pernambuco do Pandeiro, que tocou com Carmen Miranda; o flautista Bide, primo de Pixinguinha; o trombonista Tio João, da Orquestra da Rádio Nacional; o bandolinista Arnoldo Veloso, médico que aplicou a terapia neural em Jacob; seu amigo cavaquinista e boêmio Assis Carvalho e outros 23 instrumentistas, jornalistas e apreciadores do choro.

O então governador do Distrito Federal, Elmo Serejo, cede o vestiário do recém- inaugurado Centro de Convenções para as reuniões musicais. Depois dos esforços de inúmeras pessoas apaixonadas pelo choro, superando vários desafios e contratempos, conseguem um espaço novo para o clube.

Projetada pelo mestre

Diante de toda grandiosidade e projeto de vida que representam o Clube do choro e a Escola de Choro Raphael Rabello, elas não podiam estar abrigada senão em um prédio projetado pelo mestre da arquitetura Oscar Niemeyer. Com o mesmo encanto e leveza que os músicos tocam, Niemeyer desenhou dois mil metros quadrados, inaugurado em 2011, constituindo assim o Espaço Cultural do Choro.

O local é uma verdadeira preciosidade de Brasília, são mais de quatro décadas produzindo o que há de mais rico e puro na música popular brasileira. Distantes de perfis ideológicos ou partidários, o Espaço Cultural do Choro é um projeto muito bem sucedido que já alcançou a marca história de 2.500 shows, assistidos por uma plateia de 750 mil pessoas.

Curiosidade! O Clube conta com uma especial parceria com a Escola de Choro Raphael Rabello, pioneiríssima do gênero no Brasil e responsável por atender mais de mil alunos de oito a 80 anos, nas mais diversas modalidades musicais: cavaquinho, bandolim, pandeiro, violão, saxofone, flauta, acordeon, gaita, violino e viola caipira. Todo este espaço destinado ao Choro cultivou essa cultura brasileira no país e no mundo, repleta de força, riqueza e originalidade.

Serviço

Endereço: Setor de Divulgação Cultural Bloco G – Brasília.
Funcionamento da bilheteria: Segunda a sexta-feira: das 10h às 18h. Em dias de show, a bilheteria funciona das 10h às 22h | Sábados: das 19h às 22h
Site: www.clubedochoro.com.br

E o melhor? Esse programa super alto astral e cultural está há apenas 10 minutinhos a pé e uns 15 minutos de carro.

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