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Se você quer uma dica de passeio rápido, bem cultural e próximo ao Allia Gran Hotel Brasília, esta dica é para você!

“Esse museu é diferente de qualquer outro que já vi.
Aqui podemos mostrar a força de nossa cultura, não
como algo que já morreu, mas de uma forma real e
viva. Aqui é a nossa casa…”

Aritana , chefe dos Yawalapiti

Visite o Memorial dos Povos Indígenas, localizado no Eixo Monumental. Você pode ir a pé, de bicicleta – Leia o artigo Passeios de Bicicleta no Eixo Monumental – ou de ônibus, que te leva rapidinho do Allia Gran Brasilia para lá. Calcule que você gastará uns 15 a 20 minutos do Allia Gran Hotel até o memorial. Veja mapa abaixo:

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 Sobre o Memorial dos Povos Indígenas

Idealizado pelo antropólogo Darcy Ribeiro como um espaço para mostrar a criatividade dos nossos índios brasileiros, o Memorial dos Povos Indígenas fica bem pertinho do Museu JK que, se você tiver um tempo a mais, visite e invista umas 2 a 3 horas para relaxar e fazer uma viagem no tempo, conhecendo de perto a vida do presidente visionário que realizou a cidade de Brasília, num local quase improvável! Nós recomendamos! Leia mais sobre o Memorial JK aqui.

A missão do memorial é difundir a cultura indígena. O  Memorial dos Povos Indígenas abriga um acervo de 380 peças doadas pelos antropólogos Darcy RibeiroBerta Ribeiro e Eduardo Galvão, reunido em mais de 40 anos de pesquisa pelo interior do Brasil. É uma das raras instituições que contam com a participação dos próprios índios em sua gestão.

Representação arquitetônica da vida dos índios

Chegando lá, num espaço deliciosamente aberto, arborizado, encontramos um prédio interessante, um espaço orgânico, amplo e bastante convidativo.

Oscar Niemeyer o criou inspirado nas malocas dos índios Yanomami, tribo que vive na região norte do Amazonas, como podemos ver na imagem abaixo.

As exposições acontecem em volta de um pátio circular aberto, a arena, local de convivência onde as tribos indígenas de todos os lugares do Brasil se reúnem e fazem, periodicamente, apresentações das suas danças, rituais, lutas. Em volta dele está o espaço expositivo, com suas janelas de vidro amplas, que dão acesso a esse grande espaço de manifestações e expressões, e oferecem uma luminosidade controlada ao local.

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Representação esquemática de uma oca Yanomami, que inspirou o trabalho arquitetônico de Oscar Niemeyer.

Sobre o pátio, uma incrível cobertura orgânica se projeta, tornando-se excelente para fazer fotos incríveis, em contraste com o característico céu azul de de Brasilia.

“Tem forma circular, de concreto armado,
e um pátio central, onde será construída
uma autêntica casa de índios. As pessoas que
A virem podem gostar ou não, mas jamais
poderão dizer que já viram coisa igual.”

Oscar Niemeyer

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Vista aérea onde podemos ver a cobertura sobre a arena do memorial.

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Esquema de construção da grande maloca moderna, com o pátio interno, e a concha de concreto, simulando um cocar reclinado, que serve de quebra-sol. O chão de terra permite a realização de festas e rituais indígenas.

Com entrada gratuita, o visitante encontra várias coisas interessantes, misteriosas, intrigantes, como as máscaras e vestimentas utilizadas em rituais e festas, que cobriam os rostos dos dançantes, tomados por suas entidades protetoras. As cestarias com seus desenhos e grafismos geométricos, nunca um igual ao outro, pois feitos a mão, ainda hoje são utilizadas pelo povo que mora na floresta.

Para os ornamentos, pois os índios se enfeitam bastante, podemos ver detalhes da arte plumária indígena, colorida e muito bem composta, transformadas em ricas diademas, brincos, braçadeiras, cintos, caneleiras, tangas, testeiras, em uma série de adornos criativos que vale a pena se inspirar. Podemos ver vários modelos de colares, feitos de dentes dos mamíferos selvagens, um troféu para os guerreiros caçadores, sementes, plaquetas retangulares de caramujos e de barro, com pelas pequenas modeladas uma a uma, da etnia Urubu Ka´apor, do Maranhão.

Encontramos uma coroa, usada somente pelos homens, de garras de onça ou jaguar, exclusivo para caciques e lutadores habilidosos de uma luta corporal tradicional praticada pelos povos do Parque Indígena do Xingu, os índios Bororós do Mato Grosso.

Falando ainda das vestimentas, as tangas são um show a parte! Aqui mostramos alguns modelos inspiradores até para nossa vestimenta de relaxar, ir para a piscina, praia!

Tanga indígena. Acervo do Memorial dos Povos Indígenas, Brasília-DF. OPY Imagens

Tanga indígena. Acervo do Memorial dos Povos Indígenas, Brasília-DF. OPY Imagens

Tanga indígena. Acervo do Memorial dos Povos Indígenas, Brasília-DF. OPY Imagens

Tanga indígena. Acervo do Memorial dos Povos Indígenas, Brasília-DF. OPY Imagens

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Tanga indígena. Acervo do Memorial dos Povos Indígenas, Brasília-DF. OPY Imagens

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Essa foto é curiosíssima: um adorno feito com balas de chupar! A criatividade aqui é fantástica. OPY Imagens

Andando pelos corredores, nos deparamos com objetos inusitados do ritual de fé, como o escarificador, dos indígenas do Parque do Xingu, um utensilio ritualístico, feito de um pedaço de uma cuia, cortado em triangulo,  onde os índios encravam uma série de dentinhos de peixe bem agudos, presos na parte de trás por um roletinho de cera. É usado para “sangrar a pele e fortalecer o corpo”.

No dia 9 de agosto comemoramos o Dia Internacional dos Povos Indígenas, criado pela ONU- Organização das Nações Unidas.

“Naturalmente, ao longo destes 500 anos, os índios mudaram muito, como nós também
mudamos, mas eles guardam duas coisas cujo conhecimento é essencial para nós. Primeiro,
seu próprio ser biológico, seus genes, que nós levamos no corpo, mantendo-os vivos como
seus descendentes. O que tem de singular o moreno brasileiro é esta garra indígena. A
segunda herança que temos dos índios é a sua adaptação milenar à floresta tropical. Sem
esse saber, seríamos outros. O que nos singulariza como cultura é o patrimônio das coisas da
natureza que nos circunda, as dezenas de plantas domesticadas pelos índios que cultivamos
em nossas roças e as milhares de árvores frutíferas e de outros usos que eles nos ensinaram
a aproveitar. Assim é que continuamos sendo índios nos corpos que temos e na cultura que
nos ilumina e conduz. Mas é claro que os índios que resistiram ao avassalamento são muito
mais índios.”

Darcy Ribeiro
Extraído do livro Diários Índios – Os Urubus-Kaapor

Memorial dos Povos Indígenas foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2007, ano em que o arquiteto Oscar Niemeyer completou cem anos de idade!

Serviço:

Endereço: Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK.
Horário de visitação: De terça a sexta-feira, das 9h às 17h; e sábados, domingos e feriados, das 10h às 17h.
Telefone: (61) 3344-1154 / 3342-1156

Para saber mais, veja aqui, uma fonte valiosíssima de pesquisa!   

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